09 janeiro 2009

Bispo de Ceuta e Tânger









Ceuta foi ocupada sucessivamente por Fenícios, Cartagineses, Romanos, Vândalos, Bizantinos e muçulmanos, a sua conquista por Portugal (1415) assinala o início da expansão marítima deste país.


A cidade foi reconhecida como possessão portuguesa pelo Tratado de Alcáçovas (1479) e pelo Tratado de Tordesilhas (1494).

No contexto da Dinastia Filipina, Ceuta manteve a administração portuguesa, tal como Tânger e Mazagão. Todavia, quando da Restauração Portuguesa em 1640 não aclamou o Duque de Bragança como rei de Portugal, ficando sob domínio espanhol. A situação foi oficializada em 1668 com o Tratado de Lisboa, assinado entre os dois países e que pôs fim à guerra da Restauração, no entanto, a cidade decidiu manter a sua bandeira que é composta por gomos brancos e pretos, à semelhança da cidade de Lisboa, ostentando ao centro o escudo real da época.


Ceuta foi diocese em 1417 por bula do Papa Martinho V. A partir de 1645 a diocese de Ceuta deixa de pertencer a Portugal, e passa a ser cidade espanhola.


No "Memoria Historica sobre sobres os bispados de Ceuta e Tanger" de Levy Maria Jordão, aparece D. Heitor de Valladares Sottomayor, natural de Alcochete.


Julgo, se não me falha a memória, que no Museu de Arte Sacra, existe uma gravura de D. Heitor.












1 comentário:

JMarafuga disse...

Mas eu já deparei alhures com um deão de Ceuta natural de Alcochete.
Infelizmente, esqueci o nome desse eclesiástico, mas gostava de recuperar a informação.
Será possível que Alcochetano me avive a memória?